Editorial em português

por Alexandre Dias Ramos

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É inegável a importância das instituições no mundo da arte — para bem e para mal. São elas que estruturam e dão visibilidade para a maior parte da produção artística, mas também são elas que cerceiam muitos dos artistas e projetos, conforme interesses nem sempre, vamos dizer assim, artísticos.

Essa edição traz um pouco dessa reflexão, sob o ponto de vista da expografia, da localização física, da performance, da etnicidade, do neoliberalismo, e da sociologia da arte. Mais do que tudo, os artigos mostram que não existe uma noção única de “instituição”, e que suas variáveis são reflexo de contextos pelos quais devemos lutar contra ou a favor… mas sempre lutar para que a arte possa ser exibida ao público da melhor forma possível.